Reforma Tributária e Reforma Trabalhista: Você está atentos as novidades?

Muitas mudanças foram instaladas no Governo Bolsonaro, e uma das propostas mais recentes é em relação a Reforma Tributária e a Reforma Trabalhista. De acordo com economistas, as mudanças precisam acontecer para que o país volte a se estabilizar financeiramente.

Mas o trabalhador que não estiver atento ás novas regras, pode acabar prejudicado. Portanto, confira a seguir o detalhe dessas mudanças e de que forma elas afetam a vida do trabalhador brasileiro:

Reforma Tributária

O Brasil é conhecido como um dos países que mais taxam por impostos. Todos os anos, os brasileiros precisam estar preparados para o pagamento de diversos impostos obrigatórios.

A arrecadação de impostos mantém o funcionamento do país, mesmo que grande porcentagem do total não possa ser vista como geradora de benefícios para os contribuintes.

Alguns desses impostos, como é o caso do Imposto de Renda, são relacionados a valores tributáveis. O que coloca em questão o que são serviços e o que são bens.

Essa questão fica bem visível no Imposto de Renda, pois o contribuinte precisa declarar e comprovar diversos valores tributáveis, assim como bens.

De acordo com Henrique Meirelles, secretário de Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo, a solução para o questionamento seria unificar os impostos estaduais e municipais, a fim de não distinguir bens e serviços.

A expectativa é que esses impostos passem por manutenção e sejam implantados de forma mais funcional para os cidadãos e para os governantes.

Reforma Trabalhista

Além da Reforma Tributária, que afeta diretamente o trabalhador brasileiro, é preciso estar atento ainda para as novas regras propostas pela Reforma Trabalhista.

Isto está diretamente relacionado aos serviços prestados pelo INSScomo é o caso da aposentadoria, benefício que mais sofreu alteração pela reforma do atual governo.

As regras de aposentadoria mudaram para todas as categorias. Na base, podemos apontar a modificação da idade mínima para se aposentar que passou para 65 para os homens e 60 para as mulheres.

A mudança é mais evidente para aqueles que já estavam próximos da aposentadoria e já haviam realizado o agendamento INSS 2020.

Um outro fator é o tempo de serviço prestado, que fica previsto para no mínimo 15 anos de contribuição mas não dá acesso a aposentadoria integral.

De acordo com a tabela INSS 2020quem estava a menos de dois anos de se aposentar, terá a aplicação da regra dos 50%, devendo cumprir com outros dois anos de serviço.

Quem estava a 4 anos, em média, de ter direito a aposentadoria, terá a aplicação da regra dos 100%. Dessa forma, o trabalhador precisará contribuir por outros 4 anos.

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